Faber-Castell since 1761
Introdução Geral
Você está em:
Dinâmica para retorno às aulas

Dinamica1

O período de volta às aulas é uma etapa de recomeço. Por isso, é possível que se levem alguns dias para retomar a dinâmica e ritmo em classe. Pensando nessa fase de transição e readaptação à rotina escolar, é importante integrar os alunos novos e receber bem os antigos. Para isso, os professores podem usar sua criatividade e investir em jogos e atividades cooperativas e colaborativas que envolvam questões de desenvolvimento pessoal, social e emocional, além de cidadania.
Sempre respeitando a individualidade de cada aluno, as características do grupo e a liberdade criativa do professor, essas atividades podem também representar algo que se estenda até o ambiente familiar.

A exploração do tema “férias” é um bom recurso a ser utilizado nessa rotina gradativa de volta às aulas. Cada professor, conhecendo as individualidades de seus alunos e grupo, pode colocar em prática suas ideias disponibilizando espaços nos quais as crianças possam contar sobre suas experiências, vivências, aprendizados e aventuras de férias, de modo espontâneo.

Veja a seguir algumas atividades recomendadas:

Dinamica2Árvore das férias

Recomendado para crianças do Ensino Fundamental I e II, essa brincadeira consiste em montar uma árvore com os registros de tudo que aconteceu nas férias.

Sugestão:

De um modo criativo, a turma deverá criar uma árvore onde o professor coloca perguntas relacionadas às férias: como foi? Com quem foi? Para onde foi? O que mais gostou? O que não gostou? Ou pede para os alunos descreverem uma atividade relevante ou um momento desafiador etc. O professor pode ser bastante abrangente de acordo com seus alunos e turma.
Cada criança receberá uma “folha da árvore” para escrever ou desenhar o que quiser. Depois, essa folha deve ser fixada na árvore para, em determinado momento, alunos e professor compartilharem esse material.
Aproveite para ampliar os diálogos e abranger as aprendizagens a partir das informações trazidas pelos alunos, como: localizações, diferentes línguas e culturas, sentimentos etc.

Não deixem as bexigas caírem

Dinamica3Outro jogo cooperativo e bastante dinâmico, que representa a importância do indivíduo e sua colaboração para o sucesso e as conquistas do grupo é chamado: “não deixem as bexigas caírem”.

Essa atividade promove um momento de descontração e colaboração que aproxima os alunos e pode ser trabalhada com diferentes faixas etárias.

Sugestão:

O professor convida todo o grupo a se dispor em uma sala com o intuito de não deixar as bexigas que serão jogadas caírem no chão. Em seguida, o professor começa a jogar bexigas cheias para que o grupo as mantenha no ar. A quantidade de bexigas deve ser definida de acordo com o número de alunos no grupo, de modo que haja uma bexiga para cada cinco alunos. Então, o professor começa a retirar aleatoriamente um aluno da brincadeira (explique isso antes para não causar chateações), até que não restem alunos suficientes que consigam manter as bexigas no ar.

A ideia é mostrar que todos são fundamentais para o grupo e assim estreitar os vínculos entre os alunos.

O comprimento

Por fim, que tal promover uma dinâmica para, além de integrar o grupo, desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio de comparações.

Sugestão:

Começar a brincadeira organizando os alunos em quatro grupos. Cada um deles deve receber ou escolher um objeto que substituirá a régua como unidade de medida. Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro ou até alguma parte do corpo da criança. Deixe que cada um escolha o objeto desejado.

Em seguida, será o momento de definir o que cada grupo deve medir, como, por exemplo, a carteira, a porta, a lousa, a altura da parede onde começa a janela, a altura do colega etc.

Porém, antes que a turma inicie as medições, as crianças deverão fazer estimativas, como, por exemplo: quantas borrachas elas acham que seriam necessárias para determinar o comprimento da mesa? E a largura? Etc.

Após a medição, os resultados das estimativas podem ser comparados e utilizados para incentivar a percepção das crianças em relação às medidas-padrão.

Esperamos que essas dicas tenham ajudado. Boa volta às aulas!